Postagem em destaque

Profissão Solene do Ir. Lima

No dia 5 de Agosto final de semana passado o nosso caro Ir. Lima deu seu sim definitivo na sua profissão solene, ao passo que o terceiro do...

Follow by Email

Inicio » » Visitar um doente é um ótimo remédio, diz Papa

Visitar um doente é um ótimo remédio, diz Papa

9 de novembro de 2016

Visitar os doentes e os presos foram as duas obras de misericórdia que estiveram no centro da catequese do Papa Francisco nesta quarta-feira

Assistir os doentes e visitar os detentos. Foi sobre essas duas obras de misericórdia corporais que o Papa Francisco se concentrou na catequese desta quarta-feira, 9/11 com os fiéis na Praça São Pedro. 
Doentes e detentos vivem uma condição que limita a sua liberdade, disse o Papa, e é quando se perde a liberdade que se percebe a sua preciosidade. “Jesus nos doou a possibilidade de ser livres apesar dos limites da doença e das restrições. Ele nos oferece a liberdade que provém do encontro com Ele e do novo sentido que este encontro traz à nossa condição humana”, afirmou Francisco.

Visitar um doente é um ótimo remédio

Com essas obras de misericórdia, Deus convida a um gesto de grande humanidade: a compartilha, disse o Papa. Na doença, a pessoa pode experimentar a solidão mais profunda e uma visita pode ser um ótimo remédio: um sorriso, uma carícia, um aperto de mão são gestos simples, mas muito importantes para quem se sente abandonado.
 “Não deixemos sozinhas as pessoas doentes”, exortou Papa. Para ele, os hospitais são hoje verdadeiras “catedrais da dor”, onde porém se torna evidente também a força da caridade.
A mesma caridade deve ser demonstrada para com os detentos. O Papa explicou que, inserindo a visita à prisão entre as obras de misericórdia, Jesus convida as pessoas a não julgar ninguém. Qualquer tenha sido o crime cometido pelo prisioneiro, ele continua sendo amado por Deus, recordou Francisco. 
Diante da privação da liberdade e, em muitos casos, da humanidade pelas condições degradantes em que vivem, o cristão é chamado a fazer de tudo para restituir ao preso a dignidade perdida, contra toda forma de justicialismo. “Ninguém aponte o dedo contra alguém”, advertiu o Pontífice, acrescentando: “Quantas lágrimas vi correr pelas faces de pessoas presas que talvez nunca tinham chorado na sua vida, e isto só porque se sentiram acolhidas e amadas”. O Papa reiterou que, com frequência, pensa nos presos e os leva em seu coração.
A experiência com os presos
Francisco recordou que Jesus e os apóstolos também viveram a prisão e, portanto, os cristãos conhecem o sofrimento que viveram. E contou à multidão que domingo passado, no Jubileu dos encarcerados, um grupo de presos de Pádua foi visitá-lo e o Papa lhes perguntou o que fariam no dia seguinte e se surpreendeu com a resposta: os detentos iam visitar a prisão de Mamertina, para compartilhar a experiência de São Paulo. “Ouvir isso me fez bem. Aqueles detentos queriam encontrar Paulo prisioneiro”. 
“Como se vê, finalizou Francisco, essas obras de misericórdia são antigas e, mesmo assim, sempre atuais. Jesus deixou o que estava fazendo para visitar a sogra de Pedro e fez uma caridade. Não caiamos na indiferença, mas nos tornemos instrumentos da misericórdia de Deus para restituir alegria e dignidade a quem a perdeu”. 


Anterior Proxima Página inicial