Fique por dentro: Confiram o álbum de fotos do ingresso dos novos noviços Barnabitas. É só ir à postagem correspondente ou nos álbuns de fotos do nosso blog. --- Divulgamos a homilia feita pelo Revmo. Padre Giovanni Maria Villa, superior geral de nossa congregação, por ocasião da profissão solene e simples realizada em Samambaia, Brasília-DF. E confiram também o agradecimento feito nesta celebração pelo professo simples Humberto V. de Souza, CRSP. --- Já está disponível o álbum de fotos do dia onde nove jovens professaram seus primeiros votos religiosos e um fez sua profissão solene na Congregação dos Padres e Irmãos Barnabitas. --- Rio de Janeiro homenageia Pe. Tiúba, sacerdote Barnabita. Confiram na postagem correspondente. --- Seja um membro do nosso blog, para isso basta clicar em PARTICIPAR DESTE SITE e seguir as instruções. Junte-se a nós!

Jubileu de Ouro de nosso confrade Pe. Victor Baderacchi

Convidamos a todos para participarem da celebração dos 50 anos de vida sacerdotal de nosso confrade Barnabita Pe. Victor Baderacchi.

Hóstia: O que a palavra lhe sugere?

Comungar a "hóstia" significa assimilar o seu mistério na totalidade do nosso ser para se tornar o que Cristo é: entrega de si a serviço dos irmãos.

Ingresso de 10 novos noviços Barnabitas

A Ordem dos Clérigos Regulares de São Paulo (Barnabitas) está em festa com a entrada de dez postulantes na etapa do noviciado.

Homilia feita pelo Superior Geral dos Barnabitas

Confiram a homilia do nosso Superior Geral, Revmo. Pe. Giovanni Maria Villa, feita no dia da profissão religiosa solene e simples no Brasil.

Profissão Solene e Simples

Nossa congregação se alegra com a profissão solene de um confrade, e com a primeira profissão de nove jovens Barnabitas.

Missão dos Padres e Irmãos Barnabitas na Albânia

Conheça o Agorà, periódico informativo da missão dos Padres e Irmãos Barnabitas na Albânia.

Baixe o Informativo Barnabítico n°134

“Ofereceremos artigos sobre a espiritualidade paulina e zaccariana, sobre a vida religiosa, sobre assuntos gerais e aspectos de nossa vida.”

Santo Antônio Maria Zaccaria

Santo Antônio Maria Zaccaria foi um grande apaixonado por Jesus Eucarístico e pela Virgem Maria, por isso, santificado e santificador de muitos.

Venha ser um conosco!

Venha fazer parte de nossa família religiosa. Seja um padre ou irmão Barnabita. Seja "Fogo e Luz".

Parabéns ao nosso confrade Pe. Victor Baderacchi pelo seu Jubileu de Ouro

“Tu és sacerdote para sempre” (Sl 109,4)
A nossa Congregação se alegra pela celebração dos 50 anos de sacerdócio do Padre Vitor Baderacchi, atual mestre de noviços.
O dom do sacerdócio recebido há mais de 50 anos se renova todos os dias, seja pelo Sacrifício Eucarístico celebrado, pelos sacramentos, seja pela presença em qualquer lugar onde estejas. O sacerdócio, esteve presente todos os dias que antecederam a festa dos 50 anos e cremos permanecerá nesse ano em tua vida jubilar.
Deus já o havia escolhido desde o ventre de sua mãe. Já havia preparado os Padres Barnabitas na cidade de Monza, na Itália que o receberam. O Próprio Deus o escolheu, o chamou, o guiou e o fortaleceu durante toda a sua preparação para que, nesse mesmo dia, porém há 50 anos atrás, pudesse fazer parte do grupo dos  “sacerdotes, para sempre”.
Nosso santo fundador, Santo Antônio Maria Zaccaria, ao fundar a congregação, quis que seus membros fossem “renovadores do fervor cristão, estendendo seu trabalho até onde o Crucificado permitisse”.
Assim o foi e é com nosso jubilando: Primeiro na Itália, depois Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Caseiros - RS, Samambaia Sul - DF. Por esses lugares desempenhando suas tarefas, seja como vigário, diretor de colégio, pároco, provincial, mestre de noviços, tem demostrado o zelo desejado por nosso fundador.
Não podemos enchê-lo de elogios, mas devemos ser justos. Quem nunca se beneficiou de suas pregações, de seus conselhos, de sua presença? Isso tudo é dom! E poderíamos resumir: O seu sacerdócio é dom! Não para si mesmo, mas para os outros. Melhor do que nós todos, sabes disso!
A cidade de Monza, para nós, não é famosa apenas por seus autódromos (pista de corrida) que abriga o circuito de Monza, mas sim também por tu. Não que sejas o melhor, mas porque tu tendo nascido lá, em seu sacerdócio, dás ao mundo a presença d´Aquele que mais do que todos os circuitos e pistas, pode nos levar ao Pai.
Obrigado pelo seu sim! Obrigado pelo seu sacerdócio! Deus por meio de nosso santo fundador e de São Carlos Borromeu o cumule de bênçãos e graças. A Virgem Maria, que deu ao mundo Jesus uma vez, encha sua vida de alegria por poder dar todos os dias Jesus!
La Vergine Madre di Dio, ti benedica oggi e sempre! Grazie per il tuo sì. Ringraziamo a Dio che o scelto,  chiamato e ogni giorno te conduce.  Attraverso le tuoi mani il SIgnore viene tutti i giorni fra noi! Auguri! Vivas tanto o mas che Pietro!
Sacerdos in aeternum! 

Por: Danilo F. Leal, CRSP.
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O que é Consistório? Cerimônia terá início no sábado no Vaticano

CONSISTÓRIO
No próximo sábado, 18, terá início o IV Consistório Público realizado durante o pontificado do Papa Bento XVI. Na ocasião serão instituídos 22 novos cardeais para a Igreja.

Mas, afinal, o que é Consistório? Para explicar, o Canção Nova Notícias preparou uma série especial de quatro reportagens.

Assista à primeira reportagem




Na reportagem de amanhã você vai saber o que faz um cardeal e o que representa a cor vermelha que eles usam. Autoridades da Igreja falam sobre a missão destes colaboradores do Papa.
Site Colaborador: Canção Nova
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SANTOS DO DIA: SÃO CIRILO E SÃO METÓDIO

São Cirilo e São Metódio Nasceu na Grécia, no ano de 826. Vocacionado em busca da verdade, ele estudou, por amor, filosofia e chegou a lecionar. Um homem dado à comunhão ao ponto de ser embaixador, diplomata junto aos povos árabes. Mas tudo isso que tocava a vida de São Cirilo não preenchia completamente o seu coração, porque ele tinha uma vocação à verdade absoluta e queria se consagrar totalmente a ela, a verdade encarnada, Nosso Senhor Jesus Cristo.

São Cirilo abandonou tudo para viver uma grande aventura santa com seu irmão que já era monge: São Metódio. Juntos, movidos pelo Espírito, foram ao encontro dos povos eslavos, conheceram a cultura e se inculturaram. A língua, os costumes, o amor àquele povo, tudo isso foi fundamental para que São Cirilo, juntamente com seu irmão, para que pudessem apresentar o Evangelho vivo, Jesus Cristo.

Devido inovações inspiradas, eles traduziram as liturgias para a língua dos eslavos. Tiveram de ir muitas vezes para Roma e o Papa, percebendo os frutos daquela evangelização, daquela mudança litúrgica, ele pôde discernir o fruto principal que movia aqueles irmãos missionários era o amor àquele povo eslavo e, acima de tudo, o amor a Deus.

Numa dessas viagens para Roma, São Cirilo tinha um pouco mais de 40 anos e ficou enfermo. O Papa quis ordená-lo Bispo, mas Cirilo faleceu. Mas está na glória intercedendo por nós.

São Cirilo e São Metódio, rogai por nós!

 
Fonte Colaboradora: Site Canção Nova.
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Convite do Jubileu de Ouro de nosso confrade Pe. Victor Baderacchi.


É com grande alegria que a Ordem dos Clérigos Regulares de São Paulo (Padres e Irmãos Barnabitas) convida a todos para participarem da celebração onde será comemorado o Jubileu de Ouro (50 anos de sacerdócio) do nosso confrade Pe. Victor Baderacchi.
Local: Santuário Santa Luzia, QS 304, Conj. 5, Lotes 01/03, Samambaia Sul, Brasília (DF).
Data e hora: dia 17 de fevereiro às 20h00.
Desde já, rogamos a Deus, pela intercessão de nosso pai fundador, Santo Antônio Maria Zaccaria, e da Mãe da Divina Providência, que derrame sempre mais Suas bênçãos sobre este nosso irmão para que continue, por muitos e muitos anos, levando e sendo testemunha da mensagem do Evangelho a todos. 

Por: Humberto V. de Souza, CRSP.
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FELICITAÇÕES AO CONFRADE IR. VICENTE

Nascer é um dom de Deus, comemorar mais um dia de nascimento é se lembrar das coisas boas e da misericórdia de Deus por nós. Hoje a nossa Família Religiosa se alegra com o dom da vida de nosso confrade Ir. Vicente. É uma alegria comemorarmos o aniversário de uma pessoa que se pôs a viver com intenso amor a fraternidade consagrada à serviço do Povo de Deus. Se fazer irmão, é estar mais próximo do outro, é sentir-se como da família, perceber as alegrias e as lágrimas do outro, é conviver, ajudar, deixar ser ajudado, congregar e viver o amor de Cristo no dia-a-dia, e mais, é lembrar do próprio Jesus que se encarnou e se fez nosso irmão.
Irmão... receba nossas orações e os nossos desejos de felicidade neste dia maravilhoso! Que Deus o abençoe. Que nosso fundador sempre te inspire e interceda em favor de suas intenções. Que Maria, Mãe da Divina Providência sempre te embale em seu santo colo e que sempre recordes com alegria que és um Dom de Deus para nós, para a Igreja e para todo Povo de Deus.

Parabéns e muitos anos de Vida
Por: Cléberson Aparecido,Noviço Barnabita.
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VI Domingo do Tempo Comum


Saudações no Cristo Crucificado!
No episódio que o Evangelho de hoje narra, Jesus continua a cumprir a missão que o Pai lhe confiou e a anunciar o “Reino”. A novidade do “Reino” torna-se uma realidade no mundo e na vida do homem, não só nas palavras, mas também nos gestos de Jesus.
A cena coloca Jesus frente a um leproso, num sítio e num lugar não nomeado. A primeira leitura deste domingo deu-nos conta da situação social e religiosa do leproso (Lv 13, 1-2; -46). Para a ideologia oficial, o leproso era um pecador e um maldito, vítima de um particularmente doloroso castigo de Deus. A sua condição excluía-o da comunidade e impedia-o de frequentar a assembleia do Povo de Deus. Tinha que viver isolado, apresentar-se andrajoso e avisar, aos gritos, o seu estado de impureza, a fim de que ninguém se aproximasse dele. Não tinha acesso ao Templo, nem sequer à cidade santa de Jerusalém, a fim de não conspurcar, com a sua impureza, o lugar sagrado. O leproso era o protótipo do marginalizado, do excluído, do segregado. A sua condição afastava-o, não só da comunidade dos homens, mas também do próprio Deus.
Um leproso – isto é, um homem doente, isolado da comunidade vem “ter com Jesus”. Provavelmente tinham chegado até ele ecos do anúncio do “Reino” e a pregação de Jesus tinha-lhe aberto um horizonte de esperança. O desejo de sair da situação de miséria e de marginalidade em que estava mergulhado vence o medo de infringir a Lei e ele aproxima-se de Jesus, sem respeitar as distâncias que um leproso devia manter das pessoas sãs. O pormenor dá conta do seu desespero e mostra a sua decisão em mudar a sua triste situação. Uma vez diante de Jesus, o leproso é humilde, mas insistente (“prostrou-se de joelhos e suplicou-lhe” – vs. 40), pois o encontro com Jesus é uma oportunidade de libertação que ele não pode desperdiçar. O que ele pretende de Jesus não é apenas ser curado, mas ser “purificado” dessa enfermidade que o torna impuro e indigno de pertencer à comunidade de Deus e à comunidade dos homens («se quiseres podes “purificar-me”» – vs. 40; o verbo grego “katharidzô” aqui utilizado não deve traduzir-se como “curar”, mas sim como “purificar” ou “limpar”). Ele confia no poder de Jesus, sabe que só Jesus pode ajudá-lo a superar a sua triste situação de miséria, de isolamento e de indignidade.
A reação de Jesus é estranha, pelo menos de acordo com os padrões judaicos. Em lugar de se afastar do leproso e de acusá-lo de infringir a Lei, Jesus olha-o “compadecido” estende a mão e toca-lhe (vs. 41).
O verbo “compadecer-se” é aplicado, na literatura neo-testamentária, só a Deus e a Jesus. Habitualmente, é usado em contextos onde se refere à ternura de Deus pelos homens. O gesto de estender a mão tem um profundo significado teológico, pois é o gesto que acompanha, na história do Êxodo, as ações libertadoras de Deus em favor do seu Povo.
A purificação do leproso significa, em primeiro lugar, que o “Reino de Deus” chegou ao meio do homem e anuncia a irrupção desse mundo novo do qual Deus quer banir o sofrimento, a marginalização, a exclusão.
A purificação do leproso significa, também, a desmontagem da teologia oficial que considerava o leproso um maldito. Não é verdade – parece dizer o gesto de Jesus – que o leproso seja um impuro, um abandonado pela misericórdia de Deus, um prisioneiro do pecado, abandonado por Deus nas mãos das forças demoníacas. A misericórdia, a bondade, a ternura de Deus derramam-se sobre o leproso no gesto salvador de Jesus e dizem-lhe: “Deus ama-te e quer salvar-te”.
A purificação do leproso significa, finalmente, que o Reino de Deus não pactua com racismos de qualquer espécie: não há bons e maus, doentes e sãos, filhos e enjeitados, incluídos e excluídos; há apenas pessoas com dignidade e que não devem, em caso algum, ser privados dos seus direitos mais elementares, muito menos em nome de Deus.
Consumada a purificação do leproso, Jesus recomenda-lhe veementemente que não diga nada a ninguém (vs. 44). Esta recomendação de Jesus aparece várias vezes no Evangelho segundo São Marcos (cf. Mc 1,34; 5,43;7,36;7,36; etc.). Provavelmente, é um dado histórico, que resulta do fato de Jesus não querer gerar equívocos ou ser aceito pelas razões erradas. Numa Palestina em plena febre messiânica, Jesus pretende evitar um título que tem algo de ambíguo, por estar ligado a perspectivas nacionalistas e a sonhos de luta política contra o ocupante romano
Ao leproso purificado, Jesus diz para ir mostrar-se aos sacerdotes (vs. 44). Segundo a Lei, o leproso só podia ser reintegrado na comunidade religiosa depois de a sua cura ter sido homologada pelo sacerdote em funções no Templo. Jesus acrescenta: “para lhes servir de testemunho”. Dado que a cura de um leproso só podia ser operada por Deus e era, por isso, um sinal messiânico, o fato devia servir aos líderes do Povo para concluírem que o Messias tinha chegado e que o “Reino de Deus” estava já presente no meio do mundo. O leproso purificado devia ser um “testemunho” da presença de Deus.
Assim o Evangelho desse Vi Domingo ensina  um Deus cheio de amor, de bondade e de ternura, que se faz pessoa e que desce ao encontro dos seus filhos (Leproso – sem nome), que lhes  da vida nova e que os convida a viver em comunhão Às vezes há pessoas (quase sempre bem intencionadas) que inventam mecanismos de exclusão, de segregação, de sofrimento, em nome de um Deus severo, intolerante, distante, incapaz de compreender os limites e as fragilidades do homem. Trata-se de um atentado contra Deus. O Deus que somos convidados a descobrir, a amar, a testemunhar no mundo, é o Deus de Jesus Cristo.
Por: André C M Carvalho
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Papa nomeia novo núncio apostólico para o Brasil

 

Dom Giovanni D Aniello é o novo núncio apostólico no Brasil

A Nunciatura Apostólica acaba de informar que o Papa Bento XVI escolheu o novo Núncio Apostólico para o Brasil, sucedendo a Dom Lorenzo Baldisseri. Trata-se do atual núncio da Tailândia e Camboja e Delegado Apostólico em Myanmar e Laos, Dom Giovanni D’Aniello.

Dom Giovanni tem 57 anos, nasceu em Aversa (Itália), foi ordenado sacerdote em dezembro de 1978. É doutor em Direito Canônico. Ingressou no Serviço Diplomático da Santa Sé em 1983, tendo desempenhado a sua atividade junto às Representações Pontifícias do Burundi, Tailândia, Líbano, Brasil e Seção para as Relações com os Estados da Secretaria de Estado, no Vaticano. Foi nomeado Núncio Apostólico na República Democrática do Congo, em 2001, e em 2010, foi transferido para a Tailândia e Camboja.
Dom Lorenzo Baldisseri, que foi nomeado secretário para a Congregação para os Bispos, no Vaticano, escreveu uma nota em que agradece ao povo brasileiro, e em especial, aos bispos do Brasil por sua acolhida.

“Ao concluir minha missão de Núncio Apostólico no Brasil, confio a estas linhas as expressões dos meus sentimentos de gratidão a todo o episcopado, ao clero e aos fiéis que me acompanharam durante estes nove anos aqui transcorridos, e por me terem facilitado o cumprimento do meu mandato”, disse Dom Lorenzo.

Fonte: Site Canção Nova

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Logomarca da JMJ brasileira é lançada oficialmente

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

 


rio2013.com
Logomarca da Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro 2013
"Cidade maravilhosa, cheia de encantos mil! Cidade maravilhosa, coração do meu Brasil”! Este trecho da canção “Cidade Maravilhosa”, de André Filho, que é tão conhecida pelos brasileiros, representou bem o que a logomarca da Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro quis transmitir: em 2013, o Cristo Redentor com os braços abertos receberá uma multidão de jovens que estarão unidos em um só coração, em uma só fé de 23 a 28 julho de 2013.

A logo, em formato de coração, o coração do discípulo, traz na parte superior, em verde, o Pão de açúcar, um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Na parte inferior, em azul, o litoral brasileiro. No centro, em amarelo, o Cristo Redentor. 

A cruz à esquerda é uma demonstração de que o Brasil desde suas origens nunca deixou de ser a ‘Terra de Santa Cruz’ e representa ainda a cruz peregrina que percorre todas as dioceses do Brasil.
Além de referências à cidade do Rio de Janeiro, a logomarca representa Jesus que no alto da montanha se dirige aos seus discípulos, episódio narrado em Mateus 28,19: "Ide e fazeis discípulos entre todas as nações", o tema da Jornada Mundial da Juventude 2013.

Autor da logomarca


Foi um jovem de 25 anos o criador da logomarca vencedora da Jornada Mundial da Juventude do Rio. Gustavo Huguenin, que é formado em Design Gráfico, é natural do município de Cantagalo, região serrana do Rio de Janeiro e faz parte da paróquia do Santíssimo Sacramento, da diocese de Nova Friburgo.

Evento de lançamento

O evento de lançamento da logomarca oficial aconteceu nesta terça-feira, 07, às 20h, no auditório do edifício João Paulo II, no Rio de Janeiro, onde fica a sede do comitê oficial. A cerimônia reuniu mais de 100 bispos e membros da equipe organizadora da Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro 2013, além de autoridades e representantes da sociedade.

“Nós estaremos ajudando o mundo a ter valores novos. Nós também estaremos fazendo um trabalho importantíssimo para a sociedade amanhã. Temos a grata alegria, mas uma grande responsabilidade também”, enfatizou o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta.

Fonte: Site Canção Nova
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SANTO(A) DO DIA: SANTA BAKHITA

 08 DE FEVEREIRO, DIA DE SANTA BAKHITA 

Santa Josefina BakhitaSanta irmã morena, como era conhecida, nasceu no Sudão, em 1869. Santa Josefina, como muitos naquele tempo, viveu a dureza da escravidão. Bakhita, que significa "afortunada", não foi o nome dado a ela pelos pais, mas por uma das pessoas que, certa vez, a comprou.

Por intermédio de um cônsul italiano que a comprou, ela foi entregue a uma família amiga deste de Veneza. Ali, ela tornou-se amiga e também babá da filha mais nova deles que estava nascendo.

Em meio aos sofrimentos e a uma memória toda marcada pela dor e pelos medos, ela foi visitada pelo amor de Deus. Porque essa família de Veneza teve de voltar para a África, em vista de negócios, tanto a filha pequena quanto a babá foram entregues aos cuidados de irmãs religiosas de Santa Madalena de Canossa. Ali, Santa Bakhita conheceu o Evangelho; conhecendo a pessoa de Jesus, foi se apaixonando cada vez mais por Ele.

Com 21 anos, recebeu a graça do sacramento do batismo. Livremente, ela O acolheu e foi crescendo na vida de oração, experimentando o amor de Deus e se abrindo à ação do Espírito Santo.

Quando aqueles amigos voltaram para pegar Bakhita e a criança, foi o momento em que ela expressou o seu desejo de permanecer no local, porque queria ser religiosa. Passado o tempo de formação, recebeu a graça de ser acolhida como religiosa. Isso foi sinal de Deus para as irmãs e para o povo que rodeava aquela região.

Santa Josefina Bakhita, sempre com o sorriso nos lábios, foi uma mulher de trabalho. Exerceu várias atividades na congregação. Como porteira e bordadeira, ela serviu a Deus por intermédio dos irmãos. Carinhosamente, ela chamava a Deus como seu patrão, “o meu Patrão”, ela dizia.

Conhecida por muitos pela alegria e pela paz que comunicava, ela, com o passar dos anos, foi acometida por uma grave enfermidade. Sofreu por muito tempo, mas na sua devoção a Santíssima Virgem, na sua vida de oração, sacramental, de entrega total ao Senhor, ela pôde se deixar trabalhar por Deus, seu verdadeiro libertador. Ela partiu para a glória e foi canonizada pelo Papa João Paulo II no ano 2000. 

Santa Bakhita, rogai por nós!
Fonte: Site Canção Nova

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SEJAMOS A FAVOR DA VIDA, "DOM DE DEUS".

 O aborto destrói as pessoas

Abortos crescem junto com as leis que o liberalizam

   ROMA, segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012.
- Em 19 de janeiro, foi publicado no site da revista médica Lancet um artigo com os números do aborto no mundo entre 1995 e 2008. Os autores do texto declaram: "As leis restritivas ao aborto não estão associados a menores taxas de aborto". Não surpreende que a publicação tenha sido imediatamente adotada por vários grupos pró-aborto para apoiar a liberalização da prática em todas as nações.
A base das tentativas de liberalização é o assim chamado “aborto seguro”, para o qual a legalização completa seria um elemento essencial, embora não exaustivo. Trata-se de esforços para convencer os governos, particularmente os da América do Sul, de que uma possível descriminalização do aborto só poderia resultar em progresso, porque impediria as complicações dos aborto clandestinos sem elevar o número de abortos realizados.
Mas podemos perguntar se essa leitura é respeitosa da realidade ou apenas uma representação conveniente para uma perspectiva muito ideológica.
Um elemento de reflexão vem da constatação de quem são os autores: membros do Instituto Guttmacher, que é uma formidável máquina de propaganda do aborto, historicamente ligada à maior rede de clínicas de aborto dos Estados Unidos, a Planned Parenthood. O Instituto Guttmacher faz parte do lobby pró-aborto, que pede das instituições internacionais o reconhecimento da interrupção voluntária da gravidez como parte dos chamados “direitos reprodutivos”.
Os autores afirmam que processaram os dados de seu estudo a partir de uma variedade de fontes: outros estudos publicados, relatórios ocasionais, pareceres de peritos. Como uma tal miscelânea possa ter embasado as estimativas referidas no artigo é um mistério obscuro, que dista muito da transparência de métodos que deveria permitir a verificabilidade e a reprodutibilidade do método científico de Galileu. Já de outra coisa temos mais conhecimento: do enorme grau de variabilidade e de incerteza que sustenta todos os métodos usados para estimar os abortos clandestinos.
Basta comparar as estimativas do número de abortos antes da legalização em alguns países ocidentais.
Para a Itália, Grandolfo fornece o número de 350.000 abortos antes da legalização, enquanto Figà Talamanca dá estimativas que, com base em vários modelos matemáticos, vão de 220.000 até 3.640.000, enquanto o professor Colombo apresenta como dado mais provável o de 100.000 abortos por ano.
Na França, a agência nacional de estatística, Ined, avalia que, antes da lei do aborto, o número era de 250.000. Já Thierry Lefevre fala de 55.000 a 90.000. Na Inglaterra, citavam-se 100.000 abortos antes da abortion act de 1967, ao passo que outras publicações científicas estimavam o número entre 15.000 e 31.000.
Não pode ser subestimado, ainda, o testemunho direto do norte-americano Dr. Nathanson, fundador da NARAL (Associação Nacional para a Revogação das Leis de Aborto), convertido à causa pró-vida e ao catolicismo. Ele comprova que houve um exagero proposital na quantidade alegada de abortos nos Estados Unidos, como técnica para criar a impressão de que o aborto era muito difundido no país e precisava ser legalizado.
Resta uma consideração a ser feita sobre o uso de dados brutos a respeito de fatores paralelos, que podem modificar os próprios dados sobre o aborto em si. O mundo “pró-escolha” (favorável ao aborto) utiliza, por exemplo, todos os possíveis co-fatores a fim de tentar diminuir a probabilidade de que os problemas psicológicos nas mulheres que fizeram abortos se devam ao próprio fato de terem abortado.
Eles argumentam que a causa de tais problemas não é o aborto em si, mas toda uma série de fatores que predispõem as mulheres com problemas de saúde mental a abortarem com mais probabilidade. É de se perguntar por que os especialistas que publicaram o estudo na Lancet não corrigiram os dados sobre o aborto com base nos vários fatores que influenciam o recurso a essa prática: renda, religião, raça, fertilidade, escolaridade, para citar apenas alguns.
De uma coisa podemos estar certos: legalizar o aborto é aceitar que o número de abortos vai aumentar. Isto não é uma tese, mas um fato demonstrado na Itália, na Romênia, nos Estados Unidos, no Peru. E mostra claramente que lutar por leis restritivas significa lutar pela vida.


Renzo Puccetti, professor na Faculdade de Bioética do Ateneu Regina Apostolorum

Fonte: ZENIT.org
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Ex-jogador do Manchester entra para seminário católico

CHAMADO À VOCAÇÃO SACERDOTAL E AO SERVIÇO DO PRÓXIMO.

O ex-jogador de futebol, Phil Mulryne, de 34 anos, integrará o Pontifício Colégio Irlandês de Roma, na Itália
O Pontifício Colégio Irlandês de Roma, na Itália, é agora o lar de Phil Mulryne, de 34 anos, ex-jogador do Manchester United e do Norwich, que descobriu no trabalho social sua vocação ao sacerdócio.

Conforme informou o site espanhol Religión en Libertad, "Mulryne tinha fama de ser divertido, amigável e um pouco indisciplinado". Formou-se nas divisões juvenis do Manchester United junto de David Beckham até que foi transferido ao Norwich em 1999. Ele chegou a integrar a seleção da Irlanda do Norte, de cuja concentração foi retirado em 2005 por falta disciplinar.

Devido às constantes lesões, ele deixou definitivamente o futebol em 2008. Religión en Libertad assinalou que sua participação em atividades solidárias e caritativas teria chamado a atenção do Bispo de Down and Connor (Irlanda), Dom Noel Treanor, quem lhe expôs sua possível vocação sacerdotal.

Seu ex-companheiro no Norwich, Paul McVeigh, disse à imprensa inglesa que mantinha contato com o Mulryne "e sabia que tinha dado uma reviravolta em sua vida, que fazia muito trabalho social e ajudava os sem teto semanalmente. Ainda assim, impactou-me que ele sentisse este chamado".

"O que está claro é que não é algo a ser tomado às pressas, porque para ser ordenado sacerdote católico ele terá que estudar dois anos de filosofia e quatro de teologia", afirmou o amigo.


Fonte: Site da Canção Nova
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