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MISSÃO DA PASTORAL DA SAÚDE

7 de novembro de 2016

A Pastoral da Saúde, de acordo com as diretrizes da CNBB, é a ação evangelizadora "de todo o povo de Deus, comprometido a defender, promover, preservar, cuidar e celebrar a vida, tornando presente na sociedade de hoje a missão libertadora de Cristo no mundo da saúde". É com esse espírito de cuidado, de zelo, atenção, carinho e um amor verdadeiro do Cristo Crucificado Vivo que realizamos essa missão tão nobre, que o próprio Cristo declara: “Não são os que têm saúde que necessitam de médico, mas, sim, os enfermos” (Mc 2,17). Levamos a esses que se encontra nos leitos dos hospitais, (e muitos deles sem parentes como acompanhantes), essa mensagem de conforto, para que através do sofrimento físico possam rever sua vida e alcançarem também a cura da alma.
A missão do Barnabita, como nosso fundador, Santo Antonio Maria Zaccaria, deixou em seus escritos; ensina-nos que para chegarmos a Deus é preciso que tenhamos o próximo conosco. Quem é esse próximo? O próximo é encontrado em todas as realidades humana! E nesse caso o próximo está nos leitos, precisando de atenção e de uma palavra de conforto. Muitos deles só precisam de alguém para ouvi-los e assim poder sentir mais alívio de suas dores. Santo Antonio Maria Zaccaria, na sua constituição diz: “Atendam e assistam os doentes com todo cuidado. Nisso, o superior evite a negligência; se ele tiver saúde e estiver em casa, deve visitar pessoalmente, todos os dias, aquele ou aqueles que estiverem acamados e use de todos os meios possíveis para aliviá-los e confortá-los, com palavras e gestos”. (30601)

O profeta Jeremias aponta:“Eis que farei cicatrizar o teu ferimento e curarei todas as tuas feridas, garante Yahweh” (Jr 30,17). A nossa missão não é apresentar um Deus curandeiro, muito menos propagar a lei da retribuição, mas dizer que esse Senhor é o Deus que tudo pode; mas aquilo que Ele faz tem uma razão, por isso a necessidade do ouvir nosso irmão e nossa irmã enferma para que então possamos orientar em buscar entender o que Deus deseja através daquela enfermidade. Não vamos com respostas prontas ou textos sagrado prontos, mas o ouvir e entender é que nos leva a indicar algo para o conforto e ao mesmo tempo alimentar a fé, tanto deles como também a nossa. E ao final, que nós possamos cantar juntos com o salmista: “Tem piedade de mim, ó SENHOR, pois estou perdendo as forças. Cura-me, SENHOR” (Sl 6, 2).

Por: Bruno Cruz, estudante barnabita 





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