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Como entender o voto de obediência?

28 de abril de 2015


O religioso para trabalhar segundo a sua Ordem no divino serviço e ajuda ao próximo, deve olhar o voto de obediência conforme o Senhor vai lhe mostrando no processo de discernimento. Desse modo, o consagrado se torna um anjo, rápido, quando enviado por Deus, qualquer que seja o lugar para onde Ele o envie.
Por conseguinte, a obediência não pode ser observada como obrigação, mas, sim, como vontade de Deus, manifestada por meio dos Superiores, tendo em conta os olhos de Deus, por quem agimos. Assim, é fundamental o espírito de amor e não de temor, como diz 1Jo 4:18 “No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor”. De fato, quando o Superior quer ajudar a cumprir as Constituições quer nos ajudar a nos aperfeiçoar, auxiliados pela graça divina.
Pelo voto de obediência, o consagrado está aberto à voz de Cristo, (porque ele é o motivo do nosso agir). Deixa de lado seus projetos particulares para, sobretudo, se dispor a promover em si o projeto divino. Desse modo, o obediente torna-se uma pessoa que vive a alegria espiritual, porque persevera nos mandamentos do Senhor.
Evidentemente, a obediência deve ser bem entendida e assumida com liberdade interior. Não deve ser executada por temor. De fato, quem obedece por mera obrigação está auto enganando-se.
Não existe nenhum segredo para obedecer. Aprende-se a obediência obedecendo. O consagrado, exercitado a ter grande reverencia e espírito de caridade, considerando os Superiores como padres espirituais, agirá com muita confiança e transparência, em resposta à vocação.
Em resumo, “pelo voto de obediência, dedicamos livremente a Deus, como imitadores de Cristo, a nossa vontade, a fim de prendê-la de modo mais íntimo à sua e, para oferecer-nos na qualidade de colaboradores da sua obra de salvação. Por conseguinte, comprometemo-nos a obedecer aos Superiores legítimos, segundo os preceitos das Constituições” (Const. 80). 





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