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III Domingo do Tempo Comum

22 de janeiro de 2011

Queridos irmãos e irmãs,
Saudações no Crucificado Vivo!
          A liturgia deste domingo nos narra o projeto de salvação e de vida plena que Deus tem para oferecer ao mundo e aos homens: o projeto do “Reino”.
          O Evangelho descreve a realização da promessa profética: Jesus é a luz que começa a brilhar na Galiléia e oferece aos homens de toda a terra a Boa Nova da chegada do “Reino”. Ao apelo de Jesus, respondem os discípulos: eles serão os primeiros destinatários e as testemunhas encarregadas de levar o “Reino” a toda a terra.
          Para que o “Reino” seja possível, Jesus pede a “conversão”. Ela é, antes de tudo, um refazer a existência, de forma a que só Deus ocupe o primeiro lugar na vida do homem. Implica, portanto, se despir do egoísmo que impede de estarmos atentos às necessidades dos irmãos; implica a renúncia ao comodismo, que impede o compromisso com os valores do Evangelho; implica o sair do isolamento e da auto-suficiência, para estabelecer relação e para fazer da vida um dom e um serviço aos outros.
          A história do compromisso de Pedro e André, Tiago e João com Jesus e com o “Reino” é uma história que define os traços essenciais da caminhada de qualquer discípulo. Em primeiro lugar, é preciso ter consciência de que é Jesus que chama e que propõe o Reino; em segundo lugar, é preciso ter a coragem de aceitar o chamamento e fazer do “Reino” a prioridade.
          Atenção: a lógica do “Reino” não é uma lógica de violência, de vingança, de destruição; mas é uma lógica de amor, de doação da vida, de comunhão fraterna, de tolerância, de respeito pelos outros. A tentação da violência é uma tentação diabólica, que só gera sofrimento e escravidão: aí, o “Reino” não está.
          Que Deus abençoe a todos nós por intercessão de Santo Antonio Maria Zaccaria e da Mãe da Divina Providência.
          Por: André Carlos M. Carvalho (Aspirante Barnabita)
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